Tudo. Todo riso, toda gargalhada, toda lágrima [Crônicas, desabafos, artigos e besteirol]
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Caminhos
Quando o universo tira de você algo importante, imediatamente põe outro. Não é que substitua, mas você entende que o anterior não poderia ser seu. Pelo menos por enquanto.
domingo, 8 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
HOMENS
Estou tentando entender os homens. Por que fazem milhões de galanteios bobos e nada querem. Por que não são logo diretos quando não querem nada a mais. Mulher que tope esse tipo de empreitada não falta. Te chamam de linda, maravilhosa, cheirosa, fofa. Dizem que te adoram, e não é que mintam, mas eles entendem muito bem que esse tipo de tratamento é sinônimo de outra coisa, não de sexo. E eles querem sexo justamente com aquelas que querem mais que isso, porque é mais interessante de conquistar. As que querem o que eles querem eles topam, claro. Mas não tem muita graça.
Bem, são só percepções antigas, mas acho que estou chegando lá.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
NOVA JORNADA
A PARTIR DE AMANHÃ NÃO TRABALHO MAIS NAQUELE LUGAR COM PAPÉIS MARRONS.
ALEGRIA E TRISTEZA, ALÍVIO E ANGÚSTIA. CONFUSÃO MAIS QUE ESPERADA.
VIDA NOVA.
ALEGRIA E TRISTEZA, ALÍVIO E ANGÚSTIA. CONFUSÃO MAIS QUE ESPERADA.
VIDA NOVA.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A RESOLVER
PRECISO ENCONTRAR UM JEITO DE MOVIMENTAR ISSO AQUI.
MUDAR ALGUMAS COISINHAS, QUEM SABE.
DEIXA SÓ O SEMCINE ACABAR E RESOLVO ISSO.
MUDAR ALGUMAS COISINHAS, QUEM SABE.
DEIXA SÓ O SEMCINE ACABAR E RESOLVO ISSO.
terça-feira, 27 de julho de 2010
[Da casa dos poemas] Mudança
Tem dia que a gente acorda
E percebe que há uma mudança
Que passa por entre os dedos
Procurando qualquer entrada
Qualquer buraco mesmo
Pra se alojar
E nessas horas há medo
Se na boca há de entrar
Nos ouvidos, no nariz
Nos ânus, na vagina
Aquele cantinho em que sai o xixi
E dança-se louca
Esse medo todo faz adiar
A mudança passeia pelo corpo
Perturba a derme, dá-nos tique de nervoso
Coloca-nos em desespero
Chega-se um dia, que dormindo
Ela encontra um sossego
E vai entrando aos poucos
Para não machucar o ouvido,
A boca, o nariz, o ânus, a vagina,
Aquele cantinho onde sai a urina
Parece sexo a mudança
Daqueles feitos, ora com amor,
ora com selvageria
Tem horas que entra assim, lentamente
Noutras, a dor, ninguém suportaria
E percebe que há uma mudança
Que passa por entre os dedos
Procurando qualquer entrada
Qualquer buraco mesmo
Pra se alojar
E nessas horas há medo
Se na boca há de entrar
Nos ouvidos, no nariz
Nos ânus, na vagina
Aquele cantinho em que sai o xixi
E dança-se louca
Esse medo todo faz adiar
A mudança passeia pelo corpo
Perturba a derme, dá-nos tique de nervoso
Coloca-nos em desespero
Chega-se um dia, que dormindo
Ela encontra um sossego
E vai entrando aos poucos
Para não machucar o ouvido,
A boca, o nariz, o ânus, a vagina,
Aquele cantinho onde sai a urina
Parece sexo a mudança
Daqueles feitos, ora com amor,
ora com selvageria
Tem horas que entra assim, lentamente
Noutras, a dor, ninguém suportaria
domingo, 25 de julho de 2010
REVISÃO ORTOGRÁFICA
PESSOAS,
ESTOU AQUI PARA AVISAR QUE COMECEI A FAZER REVISÕES ORTOGRÁFICAS. QUEM TIVER INTERESSE, BASTA ENVIAR EMAIL PARA: amanda.nsousa@yahoo.com.br
E ANTES QUE ALGUÉM PERGUNTE: NADA DE NORMAS DA ABNT, SOMENTE CORREÇÃO ORTOGRÁFICA DA LÍNGUA PORTUGUESA.
PREÇO A COMBINAR.
BEIJO!
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